AS MARAVILHAS DO SERENGETI

Saímos de São Paulo rumo à Nairobi por onde era mais fácil chegar ao Serengeti, na Tanzânia, nosso primeiro destino dessa incrível viagem pela África.

De lá pegamos um avião bem pequeno, que vai parando nas pistas de terra existentes dentro do parque, para que os passageiros desçam ou embarquem. É um baita turismo aéreo e muito interessante! Ninguém tem bilhetes, apenas uma lista onde constam todos os nomes, de quem vai em cada avião.

AS MARAVILHAS DO SERENGETI DANI TRANCHESI

Ficamos em um camp protegido dentro do Serengeti, que leva o nome de seu criador, Alex Walker. Composto por barracas, o camp é trocado de lugar duas vezes ao ano, para ficar mais próximo dos animais. O lugar em que estávamos era muito especial, perto do rio Mara, onde os gnus atravessam. Além de vermos os big five, também procurávamos os gnus para assistirmos a este momento incrível (contarei mais sobre a travessia no próximo post).

Durante os três dias em que nos hospedamos lá, nossa rotina foi a mesma: acordávamos às 6 h e saíamos bem rápido para assistirmos o movimento dos animais.

AS MARAVILHAS DO SERENGETI DANI TRANCHESI

Depois de algumas horas andando de jipe entre estradas de terra e caminhos no meio da vegetação, parávamos para um café da manha ao estilo pic nic. Na hora do almoço, voltávamos para o camp para uma comidinha leve – o cardápio era composto por coisas fáceis e frias, como salada e algum espetinho que não precisa esquentar. À tarde, tirávamos um cochilo na tenda que era um pouco quente, sem ar-condicionado mas com luz 24 h por dia. Descansados, saíamos novamente para ver os animais. Por volta das 16 h, dá para ver diversos brincando ou dormindo.

AS MARAVILHAS DO SERENGETI DANI TRANCHESINo camp, o banho necessitava de alguns preparativos. Primeiro tínhamos que pedir para encher a caixa que ficava dentro da barraca. A quantidade de água que tivesse era a que você tinha pra gente se virar. E deu certo! Consegui lavar o cabelo todos os dias.

Quando o dia já estava acabando, depois do banho, era hora da fogueira ao ar livre. Uma delícia!

A comida do jantar, geralmente, era sopa e alguma carne. Por acordarmos tão cedo, dormíamos cedo também. Apesar de fazer muito calor durante o dia, a noite o clima esfria. Por isso, sempre colocavam bolsas de água quente nas nossas camas.

Depois de dias tão intensos, seguimos para outro parque no Quênia. Mas essa história fica para outra hora.

1 comentário
  1. Olá Dani, sou o seu ex prof de Geografia, lembra?
    Descobri seu site e adoro suas fotos. Parabéns pela expedição, bjs Giba

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