QUAL A MELHOR MALA PARA VIAJAR?

Se a resposta for rápida ela será única: a mais leve!

A mala leve já entra em vantagem por facilitar o transporte e por nos dar mais liberdade de usar o limite de peso com o que realmente será preciso durante os dias de viagem. A segunda preocupação que surge é se devemos investir em uma mala rígida ou flexível. Esta escolha vai depender do propósito da viagem e como iremos nos locomover no destino. As rígidas acabam ocupando mais espaço no porta-malas de um carro, por outro lado, são excelentes para manter as roupas em ordem, sem amassar muito.

Se optar pelas flexíveis, o ideal é ficar com aquelas que possuem várias divisórias internas para que as roupas possam ser bem distribuídas – evitando o amassado.

QUAL A MELHOR MALA PARA VIAJAR? KÁTIA SIMONE

Nos dois casos, os zíperes de expansão são bem-vindos pois podem ser usados para acomodar algum item adquirido durante o percurso. E rodinhas são fundamentais, independente do material escolhido – as de quatro rodas são mais confortáveis para carregar.

Definido o modelo, vem a dúvida de como acomodar tudo dentro.

Há quem goste de fazer rolinhos com as peças. Esta técnica realmente aproveita bem o espaço, mas pode amassar mais. Aconselho usar os rolinhos para organizar a mala da volta, quando as roupas já foram usadas. Para evitar marcas, o ideal é dobrar as peças o menos possível e começar colocando as maiores e mais grossas no fundo – como calças jeans e casacos. Na sequência, vem os vestidos, saias e camisas de tecidos mais moles. Depois, colocamos camisetas e bermudas, sempre o mais aberto possível.

Mala que abre ao meio:

Se a mala é do tipo que se abre ao meio, agora é a hora de ocupar a outra metade com os sapatos, que devem estar embalados separadamente – sacos de TNT são ótimos para isso. Entre os sapatos, coloca-se itens de higiene pessoal, remédio e maquiagem já dispostos em necessaires pequenas para ocupar melhor o espaço. Fechando esta metade, acomoda-se as roupas íntimas que também ficam melhor quando reunidas em um saquinho de tecido bem maleável para se moldar ao espaço que ainda sobra.

A mala que não é dividida ao meio:

Caso a mala não seja dividida ao meio, ou não tenha nenhum tipo de repartição interna, toda esta segunda metade que montamos, com os itens embalados, deve ser colocada no fundo para evitar peso sobre as roupas. Se for levar cintos, eles devem ser colocados abertos, acompanhando o desenho lateral da mala, desta maneira o volume é menor e o couro será preservado. Nos espaços que ainda restarem, podemos ir encaixando brincos, colares e pulseiras também concentrados em pequenos saquinhos – lembre-se que acessórios de metal costumam ser pesados!

Bem, se mesmo com todas estas dicas você acha que sua bagagem parece um ninho bagunçado, a dica infalível é se entregar aos famosos organizadores de mala.

Com eles você pode separar as roupas por categoria, que eu prefiro, ou até mesmo ter uma embalagem para cada troca. Os espaços são bem aproveitados quando coloca-se calça com calça, camiseta com camiseta, e assim por diante – desta forma os pacotinhos ficam homogêneos e bem mais fácil de encaixar dentro da mala. Aqui vai um segredo: não há quem faça a Dani sair de viagem sem os seus organizadores!

E pensar que tem gente que viaja sem mala. Isso sim seria lindo!

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